Como a gente trabalha
Do dado à mídia, num ciclo só. Você decide olhando os números, não adivinhando.
Você não fala com um fornecedor de dado, outro de mídia e um terceiro de estratégia. É um time só que faz as três coisas.
Isso importa porque, quando quem lê o dado é quem decide a mídia, a mudança acontece no mesmo dia, não no próximo relatório mensal. Nenhuma ponte se perde no meio do caminho.
Três contratos separados
Cada fornecedor enxerga um pedaço. A ponte entre decidir e executar se perde no e-mail.
Um ciclo que aprende
O dado entra, vira decisão, vira mídia, e o resultado volta como dado. Nada se perde entre uma etapa e a outra.
Um projeto normal com a Kapybara segue quatro passos, sempre com o mesmo time do início ao fim.
Junta e limpa seu dado
Conectamos suas contas (Meta Ads, Google Ads, GA4) a um banco de dados na nuvem, o BigQuery, e testamos a qualidade de cada número com o dbt, uma ferramenta que confere se o dado bate antes de virar relatório.
Monta o rastreio
Definimos o que conta como resultado de verdade: venda, agendamento, lead qualificado (contato com chance real de virar cliente), não só clique. Isso vira o pipeline, o caminho que leva o dado da fonte até o seu painel sem perder pedaço no meio.
Roda a mídia medindo cada real
Mídia paga, SEO (aparecer bem no Google sem pagar por clique) e automação de CRM (o sistema que guarda o histórico de contato do cliente), desenhados como um funil só, o caminho que o cliente percorre até comprar. Foi essa estrutura que tirou a Desserts by Clement do zero a US$17,4 mil de receita rastreada em 7 meses.
A IA vigia o gasto
Rodando em cima do mesmo pipeline, a inteligência artificial aprende o padrão normal de gasto e sinaliza quando algo foge da curva, antes de virar rombo no caixa.
Do passo 01 ao 04, é o mesmo time. Nenhum dado troca de mão no caminho.
Veja o método rodar num caso real
O mesmo ciclo, do rastreio à mídia, aplicado do zero a receita rastreável.